08/10/2026

FastBuilt completa oito anos e amplia presença entre as maiores construtoras do Brasil

Construtech ultrapassa meio milhão de chamados de assistência técnica registrados em sua plataforma de gestão do pós-obra e experiência do cliente. Além disso, 26 das maiores construtoras do país estão em seu portfólio

A FastBuilt completa oito anos de atuação em outubro, consolidando uma trajetória de crescimento ligada à transformação digital do pós-obra da construção civil. A construtech catarinense já ultrapassou a marca de meio milhão de chamados de assistência técnica registrados em sua plataforma e hoje atua em 19 estados e no Distrito Federal, com 26 das maiores construtoras do país, segundo o ranking Intec, no portfólio.

Criada com o propósito de digitalizar o pós-obra, uma etapa da jornada do imóvel que historicamente recebeu menos investimentos em tecnologia, a FastBuilt conecta construtoras, incorporadoras, síndicos e moradores após a entrega das chaves. Mais de 2,7 mil empreendimentos, que somam mais de 350 mil lares, já contam com a tecnologia para acessar o manual digital do proprietário, realizar vistorias, chamados de assistência técnica, acompanhar garantias e manutenções, entre outras funcionalidades.

Para o CEO da FastBuilt, Jean Ferrari, chegar aos oito anos com presença relevante entre as principais empresas do setor demonstra também uma mudança na forma como o mercado enxerga o pós-obra. “Essa etapa passou a ganhar espaço nessa transformação à medida que as empresas perceberam que essa fase também gera dados que retroalimentam a operação e proporcionam uma visão completa para outras áreas da construtora, influencia custos e tem impacto direto na experiência do cliente. Crescemos acompanhando e ajudando a acelerar esse movimento”, afirma.

Dados transformam pós-obra em inteligência de negócio

O volume acumulado pela plataforma também deu à FastBuilt uma base relevante para compreender o comportamento do pós-obra. São mais de 500 mil chamados de assistência técnica registrados, 108 mil vistorias e 174 mil manutenções preventivas, que permitem identificar recorrências, causas de solicitações, tempos de atendimento e oportunidades de ganho de eficiência.

Uma análise realizada pela própria empresa mostrou, por exemplo, que 24% dos chamados avaliados eram improcedentes e que 65% deles poderiam ser solucionados com o apoio de inteligência artificial. O levantamento estimou em R$ 15 milhões o custo relacionado às improcedências analisadas, evidenciando como informação, automação e orientação ao morador podem reduzir deslocamentos e intervenções desnecessárias.

Atenta a este movimento, a FastBuilt lançou a NIA 2.0, que traz agentes de Inteligência Artificial contextuais que passam a atuar como assistentes inteligentes capazes de compreender solicitações, executar tarefas, analisar informações e conduzir fluxos de atendimento de forma autônoma. Assim, a tecnologia reduz a necessidade de intervenção humana em demandas recorrentes.

“Chegar aos oito anos olhando e também evoluindo nossa solução de acordo com a real necessidade das construtoras e de seus clientes foi fundamental para consolidarmos nossa presença de mercado. A construção civil avançou muito em digitalização e o pós-obra está entrando definitivamente nessa agenda. Nosso próximo ciclo é justamente apoiar nossos clientes na capacidade de transformar os dados gerados depois da entrega em tomada de decisão e em uma experiência melhor para quem recebe e utiliza o imóvel”, completa a diretora de operações e co-fundadora da FastBuilt, Adriana Bombassaro.

Fundada em Santa Catarina, a FastBuilt vem ampliando sua atuação nacional e sua presença junto a grandes grupos da construção civil. Para a empresa, o crescimento entre as maiores construtoras do país reforça uma estratégia voltada não apenas à digitalização de processos, mas à consolidação do pós-obra como fonte de inteligência para decisões de negócio.


Legenda: FastBuilt completa oito anos e amplia presença entre as maiores construtoras do Brasil
Créditos: Daniel Mafra
Legenda: Jean Ferrari e Adriana Bombassaro, sócios da FastBuilt
Créditos: Daniel Mafra