10/03/2026

Igualdade de oportunidades impulsiona lideranças femininas em empresa de papel tissue

Na IPEL, mulheres ocupam posições estratégicas e ajudam a fortalecer uma cultura baseada em mérito, transparência e desenvolvimento

A presença feminina em cargos de liderança ainda é um desafio para a indústria, mas avanços consistentes já fazem parte da realidade de empresas que investem em cultura, governança e desenvolvimento de pessoas. Na IPEL, indústria brasileira de papel tissue, cerca de 20% dos cargos de liderança são ocupados por mulheres, que atuam em posições estratégicas e contribuem diretamente para a gestão, a operação e a evolução do negócio.

O tema ganha relevância em um cenário de avanço da participação feminina no setor industrial. Dados da Federação das Indústrias de Santa Catarina (FIESC) apontam que as mulheres representam cerca de 33% dos trabalhadores da indústria no estado, percentual que faz desse o maior empregador de mulheres no setor no país, frente a uma média nacional de 25%. 

Um dos exemplos dessa trajetória dentro da IPEL é o de Xalise Canini, gerente industrial da companhia. Sua carreira foi construída integralmente dentro da indústria, começando no chão de fábrica, como operadora de produção. A vivência prática da operação abriu caminho para atuações como estagiária de engenharia e engenheira, passando por áreas ligadas à produção, melhoria contínua e gestão. “Essa combinação de vivência prática com método e análise técnica foi essencial para construir um estilo de liderança consistente, focado em resultado, estabilidade e cultura”, afirma Xalise.

Ao longo do caminho, Xalise assumiu responsabilidades crescentes, sempre conectadas à melhoria contínua, à estabilidade dos processos e ao desenvolvimento de pessoas. Para ela, ser mulher em um ambiente historicamente masculino ainda exige a demonstração constante de competência. “Também existe a expectativa de que a liderança feminina seja mais sensível do que técnica, quando, na prática, entregamos com o mesmo nível de rigor, tomada de decisão e responsabilidade sobre o negócio. Aprendi a ocupar meu espaço com clareza, dados, postura e consistência, construindo respeito ao longo do tempo, mais pela entrega do que pelo cargo”, destaca a gerente.

Essa lógica também se reflete na atuação das conselheiras Luciana Dobuchak e Helena Mantau Lodetti. Luciana ressalta: “Na IPEL, todos têm a mesma oportunidade de crescimento, independentemente de gênero. As promoções e decisões sobre lideranças são pautadas pelo desempenho, pela postura profissional e pela capacidade de gerar resultados. É gratificante ver que o ambiente é orientado pelo respeito e pela colaboração, o que torna o desenvolvimento de carreira algo transparente e justo para todos”.

Helena complementa: “A liderança feminina é única, diferente (ou seja, nem melhor, nem pior). Importante é valorizá-la,  promover a sustentabilidade para que continue assim. Dessa forma, há o estímulo para que não haja competição de gênero e, sim, colaboração entre os líderes pares. Que em um futuro muito próximo, os percentuais representem apenas uma estatística e não um ponto de atenção, destaque!”, pontua a conselheira.

Esses princípios estão alinhados ao Código de Ética da companhia, que reforça o compromisso com um ambiente de trabalho seguro, inclusivo e livre de qualquer forma de discriminação. A IPEL adota critérios transparentes de recrutamento e promoção, estimulando o autodesenvolvimento e oferecendo oportunidades iguais para profissionais qualificados e comprometidos com o propósito da empresa.

Na avaliação de Taís Brenner Oesterreich, Chief Human Resources Officer (CHRO) da IPEL, o avanço da liderança feminina é consequência direta de uma cultura orientada a pessoas e resultados. “Quando há clareza de expectativas, metas bem definidas e investimento no desenvolvimento, mais mulheres conseguem se preparar, assumir posições estratégicas e crescer de forma sustentável. A diversidade de lideranças fortalece a gestão e contribui para a perenidade do negócio”, afirma.


Legenda: Da esquerda para a direita: Xalise, Luciana, Helena e Taís.
Créditos: Divulgação/IPEL