Produtividade, inovação e liderança: o papel central do Brasil nas exportações de grãos
Avanços tecnológicos aumentam a eficiência do agronegócio brasileiro e ampliam seu alcance no mercado internacional. Levantamento do GS1 Brasil aponta que cerca de 40% das fazendas planejam investir em tecnologias ou automação nos próximos anos.
O Brasil se afirma cada vez mais como protagonista no mercado global de grãos, combinando produção recorde, crescimento das exportações e inovação tecnológica. Líder mundial na soja e destaque na exportação de milho, o país consegue atender a mercados internacionais cada vez mais exigentes em qualidade, rastreabilidade e segurança alimentar.
A safra brasileira de grãos de 2025 atingiu 346,1 milhões de toneladas, o maior volume desde o início da série histórica em 1975, segundo o IBGE. Para 2025/26, a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) projeta um crescimento ainda maior. Esse desempenho impulsiona as exportações: a soja, com 108,6 milhões de toneladas em 2025, foi o produto mais exportado, ajudando o Brasil a alcançar um recorde histórico de U$D 169 bilhões em vendas externas para o agronegócio.
Mas não são apenas os números que chamam a atenção: a tecnologia tem se tornado um diferencial estratégico. Para atender a padrões internacionais, o agronegócio brasileiro tem investido fortemente em automação e digitalização, do campo à entrega dos grãos. Sensoriamento remoto, agricultura de precisão, análise de dados e automação de máquinas estão transformando a produção e aumentando a competitividade do país no mercado global.
Segundo o Índice Agrotech GS1 Brasil 2024, realizado pela Associação Brasileira de Automação, cerca de 40% das fazendas planejam investir em tecnologias ou automação nos próximos anos. Além de ganhos de produtividade, essas soluções reforçam rastreabilidade e conformidade com certificações internacionais, requisitos cada vez mais decisivos para manter o acesso aos mercados externos.
Empresas brasileiras que fornecem tecnologia para o setor, como a Selgron, acompanham de perto essa tendência. Especializada em automação de processos que vão da seleção ao empacotamento e paletização de grãos, a Selgron enxerga na inovação uma oportunidade de tornar os produtos brasileiros mais competitivos globalmente. “Nosso objetivo é apoiar o setor na busca por eficiência e qualidade, contribuindo para que o Brasil mantenha sua liderança nas exportações, com processos cada vez mais automatizados e seguros”, afirma Marcelo João Bortolini, Gerente de Tecnologia da Selgron.
O resultado é um círculo virtuoso: mais tecnologia significa mais eficiência, qualidade e segurança alimentar, que abrem portas para mercados externos cada vez mais exigentes, consolidando o Brasil como referência global em grãos.
No caso da Selgron, empresa catarinense com 35 anos de história, o protagonismo também se estende à exportação de tecnologia. Além de atender ao mercado brasileiro, a companhia fornece soluções para clientes em mais de 45 países, com forte presença em toda a América.